A CARIDADE (CARITAS) AGOSTINIANA ENTRE O SER E O TEMPO: UMA INTERPRETAÇÃO DE HANNAH ARENDT

  • Elissa Gabriela Fernandes Sanches Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Resumo

O amor, em Agostinho, se divide em duas formas: a caridade (caritas) e cobiça (cupiditas), e o autor faz referência a ele em todos os seus escritos, pois, para o pensador de Hipona, não se existe sem o amor. Ora, se a existência depende da capacidade humana de amar, então, de onde provem esta faculdade? De Deus, o Criador, que amou toda a criação e, com isso, concedeu a ela parte de sua substância. Neste trabalho será utilizada a interpretação que a filósofa alemã Hannah Arendt, realiza do amor agostiniano para fins de entender, de modo teológico-filosófico, o que é amar caridosamente a partir de uma visão ontológica.

Biografia do Autor

Elissa Gabriela Fernandes Sanches, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Bacharel em Teologia pela Faculdade Nazarena do Brasil (FNB) e mestranda em Filosofia – linha de pesquisa Ética e Filosofia Política – pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Contato: elissagabrielafs@hotmail.com. Este artigo é parte de seu Trabalho de Conclusão de Curso, defendido ao final de 2015 e intitulado “O Amor como Totalidade: A Ética Agostiniana e a Interpretação de Hannah Arendt”.

Publicado
2017-05-16